Num reino árido onde a água só brotava da "Fonte da Autoridade" — guardada por um líder de capa dourada e discursos grandiosos —, as pessoas repetiam: "Só quem tem título brilha a verdade." A protagonista, Lena, uma jovem com olhos curiosos, questionava: "Por que a sede só se acalma com a água dele?".
Numa noite sem lua, Lena encontra uma anciã que tecia histórias com fios invisíveis. Sem título ou coroa, ela sussurrava: "Palavras são como sementes: germinam onde há terra fértil, não onde há mais barulho."
Lena adentra uma floresta onde cada árvore reflete versões distorcidas do líder. Um espelho quebra-se sob seus pés, revelando fragmentos com vozes diversas: uma criança, um artesão, uma mulher sem nome. Cada fragmento sussurrava uma parte da "verdade".
Debaixo da floresta, Lena descobre um rio que fluía sem precisar de aplausos. A anciã reaparece: "Este rio não pede permissão para existir. Sua autoridade é a persistência."
Lena volta ao deserto e, em vez de confrontar o líder, começa a regar sementes com água do rio. Logo, brotam flores que formam a frase: "A autoridade é um verbo, não um nome."
A história termina com um convite: "Esta página é um espelho. Que história suas mãos regarão?"
A história termina com um convite: "Esta página é um espelho. Que história suas mãos regarão?"