G 1
A Políicia Federal prendeu nove suspeitos na nova fase da operação que investiga um
esquema de dsvios bilionários em aposentadorias e pensões. O ex-presidente do INSS recebia até R$ 250 mil por mês em propina, segundo as investigações.
O ex-presidente do órgão Alessandro Stefanutto é acusado de receber R$ 250 mil por mês em propina para fraudar descontos em aposentadorias e pensões. Segundo as investigações, a propina era paga por empresas e até por uma pizzaria.
Além de Stefanutto, foi preso o ex-procurador do INSS Virgílio Antônio Ribeiro. Um mandado segue em aberto. O “Careca do INSS” já havia sido detido antes. Veja a lista de presos.
O ex-ministro da Previdência no governo Bolsonaro Ahmed Mohamad (José Carlos) Oliveira também foi alvo de mandados de busca e é apontado como um dos 'pilares institucionais' do esquema de descontos no INSS.
Investigações da PF e da CGU apontam um esquema de descontos irregulares em benefícios do INSS entre 2019 e 2024, que pode ter desviado R$ 6,3 bilhões.