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### Buemba! Buemba! Bolsonaro no Xadrez: A Queda do Messias Tropical e o Filho Sem Mandato!

Publicada em: 19/12/2025 11:30 -

 

Ah, meus queridos leitores, que delícia de caos! Imaginem a cena: o Brasil, esse país que parece roteiro de novela mexicana misturado com comédia pastelão, acorda com a notícia bombástica. Bolsonaro, o ex-presidente que jurava ser imortal como o Highlander, agora tá mais pra presidiário do que pra salvador da pátria. Prisões recentes? Plural mesmo, porque o homem coleciona mandados como se fossem figurinhas da Copa! E o filho dele, ó, coitado, perdeu o mandato mais rápido que o São Paulo perde título. Vamos dissecar isso com a profundidade de um cientista político que leu Maquiavel, mas prefere o humor do Zorra Total. Porque, né, a política brasileira é uma piada pronta – e eu sou o palhaço oficial!

Primeiro, o Bolsonaro pai: o cara que transformou o Planalto em um reality show de fake news e cloroquina. Lembram quando ele dizia "eu sou imorrível, inabalável"? Pois é, agora tá balançando na cadeia! As prisões vieram como um tsunami: uma por suspeita de golpe de estado (aquele 8 de janeiro que virou feriado nacional do vandalismo), outra por lavagem de dinheiro via joias árabes (quem diria, o mito virando joalheiro internacional!), e mais uma por obstrução de justiça – porque tentar esconder provas é esporte olímpico na família. Em dezembro de 2025, o STF finally apertou o botão "eject" e mandou o homem pro xadrez. É o fim da era do "mito" que prometia acabar com a corrupção, mas acabou virando o corrupto-mor. Como cientista político, eu digo: isso é o clássico ciclo de ascensão e queda dos populistas. Começam com retórica inflamada, inflamam as massas, e acabam inflamados na cadeia. Maquiavel aprovaria: o príncipe que perde o principado vira palhaço.

Agora, o filhote: qual deles? Ah, o Eduardo, o 03, aquele que parecia saído de um meme vivo. Perdeu o mandato de deputado federal por cassação na Câmara dos Deputadosno – motivo? O motivo oficial da cassação foi o excesso de faltas não justificadas. A decisão administrativa baseou-se na Constituição Federal, que prevê a perda do mandato para parlamentares que faltarem a mais de 1/3 das sessões deliberativas ordinárias de cada sessão legislativa sem justificativa aceitável. O rapaz, que vivia twitando sobre armas e complôs comunistas, agora tá sem cadeira no Congresso. É como se o Batman perdesse a Batcaverna! Perda de mandato em tempo recorde: o processo rolou mais rápido que o VAR em final de Libertadores. Profundamente analisando, isso reflete a fragilidade do bolsonarismo como movimento. Sem o pai no poder, os herdeiros viram herdeiros de nada. É o declínio de uma dinastia fake, tipo os Lannister de Game of Thrones, mas sem dragões – só com bots no Twitter. Genial, né? O sistema judiciário brasileiro, lento como tartaruga em dia de preguiça, de repente acelera quando o alvo é o clã. Isso mostra que a democracia, mesmo capenga, tem dentes afiados.

E o que isso significa pro Brasil? Ah, profundidade mode on: é o fim de um ciclo autoritário disfarçado de patriotismo. Bolsonaro representava o populismo de direita que flerta com o fascismo light – anti-ciência, anti-meio ambiente, pró-milícia. Suas prisões são um recado: ninguém tá acima da lei, nem o cara que se achava acima do bem e do mal. Como cientista político, vejo ecos de Watergate ou do impeachment de Nixon: o poder corrompe, e o absoluto corrompe absolutamente. Mas no Brasil, a gente adiciona samba: imagina o Bolsonaro na cela, cantando "Ai se eu te pego" pros companheiros de xadrez? Ou o filho sem mandato virando influenciador no TikTok, dançando funk sobre "perda de imunidade"?

Piadas à parte (ou não, porque a vida é uma piada), isso é genial pro futuro: abre espaço pra uma política mais limpa, menos polarizada. Lula tá rindo à toa no Planalto, mas cuidado, velhinho – o Brasil adora um comeback. Enquanto isso, o povo? Continua pagando a conta, entre inflação e novelas. Buemba! O Macaco avisa: política é circo, e o Bolsonaro virou o trapezista que caiu sem rede. Próximo ato: eleições 2026, com o clã Bolsonaro assistindo da plateia – ou da grade!

 

 

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