Se um cristão devoto confrontasse as práticas do agronegócio moderno à luz das Escrituras, qual seria a pergunta mais devastadora que exporia a incompatibilidade entre o mandamento bíblico de ser mordomos fiéis da Terra (Gênesis 2:15) e a busca incessante por lucro que leva à devastação ambiental, à exploração de comunidades indígenas e à contaminação irreversível dos solos e águas, revelando o agronegócio não como progresso, mas como uma forma contemporânea de idolatria ao Mamom que clama por arrependimento e julgamento divino?
Como podemos justificar a exploração implacável da criação de Deus, que visa a apenas o lucro, enquanto ignoramos o sofrimento humano e a destruição ambiental, e ainda nos considerarmos mordomos fiéis, amando a Deus e ao próximo como a nós mesmos?